APARELHOS ORTODÔNTICOS

 

BY… IARA AREBALO

     

Master Clínica Sobralense

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Dia 11/12/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

HIGIENE BUCAL APÓS O ALEITAMENTO MATERNO: COMO LIMPAR A CAVIDADE BUCAL DO BEBÊ?

Foto: Reprodução – Iara Arebalo (Shuttertock)

Os primeiros anos de vida são rodeados de cuidados importantíssimos. Aquele pequeno bebê necessita de total atenção e ajuda para todas as atividades, por isso é preciso que os pais estejam sempre atentos à saúde da criança pensando em cada detalhe. No entanto, juntamente a isso, surgem diversas dúvidas. Você sabe como limpar a cavidade bucal do bebê? Essa é uma pergunta bem recorrente entre os responsáveis dos pequenos.

QUAL O MOMENTO DE INICIAR A HIGIENE BUCAL EM BEBÊS?
Assim como diversas outras dúvidas sobre os cuidados ideais com o bebê, a higiene bucal também está entre elas. Normalmente, surge a incerteza de como fazer a limpeza da cavidade bucal e quando começá-la. É comum que os responsáveis recorram a uma gaze umedecida em água filtrada ou fervida para higienizar a gengiva, bochecha e língua do pequeno. No entanto, existe uma nova recomendação da Associação Brasileira de Odontopediatria e Associação Americana de Odontopediatria de que essa higiene só começa após o nascimento do primeiro dente. A explicação para isso é que a gaze removeria os anticorpos provindos do leite materno e a saliva já tem o papel de retirar os resíduos do leite da cavidade bucal, fora os riscos de uma higienização incorreta das mãos do responsável para tocar na boca do pequeno.

A MANEIRA DE HIGIENIZAR A CAVIDADE BUCAL APÓS A AMAMENTAÇÃO
A amamentação é um momento que envolve muito carinho e cuidados. Da mesma maneira devem ser as etapas posteriores. Ao surgir o primeiro dentinho na boca, a higiene da cavidade bucal deve ser iniciada. Para isso, uma gaze ou fralda envolvida no dedo e umedecida em água são as opções possíveis. Essa forma de higiene deverá ser realizada apenas enquanto o bebê apresenta apenas dentes da frente. Além disso, mesmo com esses dentes, também pode ser usado uma escova de dentes macia.

E QUANDO OS OUTROS DENTES SURGIREM?
Com o aparecimento dos dentes da parte do fundo da boca, a higiene deve ser realizada com uma escova de dentes macia e de cabeça pequena. A quantidade de creme dental deve ser muito pouca, com no mínimo 1000 ppm de flúor, equivalente a um grão de arroz cru. Se o bebê apresentar algum dentinho encostado em outro, deve-se também utilizar a fita dental diariamente. O contato entre esses dentes não é alcançado pela escova, de forma que, se não for limpo corretamente, pode desenvolver cárie. O bebê irá acostumar-se com o fio dental e a utilização recorrente logo se tornará um hábito. Para completar, não esqueça da língua, que deve ser limpa com a escova ou gaze.

IMPORTÂNCIA E BENEFÍCIOS DESSA PRÁTICA PARA A SAÚDE BUCAL DO BEBÊ
A higiene bucal do bebê evita, principalmente, o surgimento de cárie. Ao fazer uma limpeza correta, impedimos o processo de fermentação das bactérias ao entrarem em contato com o alimento, e a desmineralização do esmalte do dente. Vale lembrar que a higienização deve ser feita após as principais refeições e antes do pequeno dormir. Também é importante higienizar para que a criança cresça acostumada com o hábito da higiene bucal.

OS PERIGOS DE NÃO SEGUIR ESSES CUIDADOS
Sem a realização de uma higiene bucal correta, o bebê pode vir a apresentar quadros de cáries e problemas gengivais. Durante os tratamentos de cárie em ambiente hospitalar, por exemplo, o dentista precisa, geralmente, sedar o pequeno. Isto porque, principalmente pela pouca idade, ele não tende a colaborar. “os problemas bucais podem ser evitados apenas com bons hábitos, higiene correta e acompanhamento desde cedo com o odontopediatra.

 


Dia 29/11/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

EROSÃO DENTÁRIA PODE CAUSAR SENSIBILIDADE NOS DENTES? ENTENDA COMO ACONTECE

Fotos: Reprodução – Iara Arebalo (Shuttertock)

O consumo em excesso de alimentos ácidos, como o refrigerante, podem provocar uma erosão dentária. Será que essa condição é uma porta de entrada para a sensibilidade?

A alimentação é um fator que está diretamente ligado à saúde do indivíduo. A porta de entrada das comidas e bebidas é a boca, sendo assim, o que é ingerido traz consequências diretas para esse lugar. Um exemplo das mais conhecidas reclamações é a “dor de dente”, que pode ser causada por uma erosão dentária. Ou seja, o desgaste da camada externa (dura) dos dentes. Ela ocorre por conta do excesso de ácido – e é a ação deles que provoca a erosão. O próprio corpo possui uma solução para se proteger desse acontecimento: a saliva. O cálcio presente nela contribui para que o ácido das comidas e bebidas seja neutralizado. No entanto, se o consumo desse tipo de alimentos for excessivo, o cálcio da saliva acaba não sendo suficiente como proteção. Os sucos de frutas naturais e outros tipos de bebidas, incluindo refrigerantes diet, são altamente ácidos. Portanto, se você consome tais bebidas em grandes quantidades terá maior propensão de sofrer erosão dentária!

QUAIS SÃO OS SINTOMAS?
É importante observar os sintomas da erosão dentária. O principal deles é a dor de dente que ocorre devido ao desgaste do esmalte, fazendo com que os dentes se tornem mais sensíveis à diferença de temperatura. Um agravante disso são as fissuras e rachaduras que podem ser desenvolvidas na superfície onde se mastiga. Outro ponto é a descoloração, quando a aparência dos dentes fica amarelada por conta da exposição da dentina (a camada embaixo do esmalte). Além desses, os dentes anteriores “da frente” pode ficar com as pontas (onde você morde) com uma aparência transparente.

COMO AMENIZAR A OCORRÊNCIA DA EROSÃO DENTÁRIA?
A maneira mais eficaz de atenuar os sintomas é minimizar o consumo de alimentos ácidos, como os refrigerante, por exemplo. Se você consome bebidas ácidas ou sucos de frutas, utilize um canudo para tornar mínimo o contato dos dentes com essas bebidas. Além disso, o chiclete livre de açúcar ajuda a produção de saliva na sua boca, recuperando-a do excesso de ácido.

O QUE FAZER PARA EVITAR?
Um pouco diferente do imaginado, a principal medida é: evite escovar os dentes imediatamente após as refeições, especialmente após o consumo de alimentos ou bebidas ácidas. Parece estranho, mas este é mesmo o ideal. É aconselhável que o paciente espere em torno de meia hora, pelo menos. Isto porque é logo após a ingestão do alimento que o esmalte está mais vulnerável. É importante também que se faça uma escovação suave, completa e com uma escova macia. Lembre-se de escolher um creme dental com baixa abrasividade. Além disso, o principal preventivo é visita ao consultório do dentista. Esta é a maneira mais simples de minimizar os riscos. Mantenha revisões regulares e tire suas duvidas com o profissional sobre o assunto.

 


Dia 23/11/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

BICARBONATO É RECOMENDADO PARA TRATAR LESÕES DE AFTAS?

Foto: Reprodução – Iara Arebalo (Shuttertock)

Uma afta está te incomodando faz dias. Você não consegue comer direito, falar e qualquer movimento brusco causa muita dor na região. Cansado de tanto desconforto, você resolve tomar uma decisão caseira para aliviar o problema: colocar bicarbonato de sódio na ferida. Mas antes de fazer isso, não acha melhor saber a opinião de um profissional sobre o assunto?

O BICARBONATO É A MELHOR SOLUÇÃO?
É preciso admitir que o bicarbonato é bom para diminuir o pH da saliva e aliviar os incômodos da lesão, mas está longe de ser o melhor tratamento para o problema. Além disso, é preciso saber aplicar o produto da maneira certa. Muita gente pensa que é só pegar o pozinho e colocar diretamente na lesão. Não faça isso! Além de sentir muita dor e ardência, a ferida pode ficar mais séria. O melhor jeito de usar é dissolver na água para bochecho, com a medida de uma colher de chá do produto para três dedos de água. Normalmente, é recomendado fazer o procedimento três vezes ao dia.

O MELHOR TRATAMENTO VAI DEPENDER DO SEU CASO
Você já deve ter visto que, ela pode aparecer por um trauma local, falta de algumas vitaminas e até problemas temperamentais, como o estresse. E para cada caso, existe um tratamento específico. Por isso, só o estomatologista pode fazer o correto diagnóstico e estabelecer o tratamento, que é individual. Antes de aplicar qualquer medida caseira duvidosa, procure um profissional. Entretanto, existe uma terapia bastante eficaz para tratar e prevenir as aftas: a laserterapia. Um procedimento que não dói nada e é super indicado para qualquer pessoa. Até as pacientes gestantes podem aderir. Ele é feito com um aparelho que emite uma luz diretamente na mucosa tratando ou evitando o local das lesões.

SOLUÇÕES CASEIRAS RECOMENDADAS
Ok, aplicar sal, água oxigenada ou até o bicarbonato de sódio diretamente na lesão é uma péssima escolha. Mas existem remédios que podem ser feitos em casa que melhoram as dores que a afta causa. Bochechos ou chá com própolis e aloe vera aliviam bastante os incômodos. O importante é se certificar de que a formulação não tenha álcool. Não coloque nenhuma solução agressiva que possa causar ardência no local. Tome cuidado também com seu enxaguante, tenha certeza que ele não contém álcool antes de usar. Na dúvida, entre em contato com o seu odontologista.

 


Dia 08/11/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

AFTAS RECORRENTES PODEM INDICAR DOENÇAS? PROFISSIONAL EXPLICA OS MOTIVOS PARA O SURGIMENTO DESSAS LESÕES

                    Fotos: Reprodução – (Shuttertock)

Quem nunca comeu um pedaço de abacaxi e ganhou uma afta? A gente sabe que alguns alimentos ácidos e bebidas cítricas tendem a provocar essas feridas na boca. Mas além desses sintomas indesejáveis, o surgimento dessas lesões aftosas podem indicar o início de alguma doença mais séria?

O QUE SIGNIFICA UMA AFTA?
A causa das aftas continua bem desconhecida e o surgimento dessas pequenas lesões pode estar relacionado a muitos fatores, como alterações hormonais, estresse, dieta e hereditariedade. Por isso, é sempre importante consultar um especialista em doenças bucais, como o estomatologista ou o próprio cirurgião-dentista. A alimentação diz muito sobre nossa saúde bucal. Ou seja, o que comemos também faz diferença para entender a origem da afta. Alimentos mais ácidos facilitam o aparecimento dessa inflamação. Isso acontece porque muitas pessoas comem e tem uma reação imunológica que leva ao surgimento da lesão. Por outro lado, todo esse processo pode variar de pessoa para pessoa.

A RELAÇÃO DAS AFTAS COM OUTRAS DOENÇAS
Entretanto, essas feridinhas podem ter uma forte relação com doenças que afetam a saúde de modo geral. Para quem tem diabetes, por exemplo, e não possui total controle do problema, a saliva apresenta uma quantidade maior de açúcar e reflete no crescimento de alguns fungos e aftas, devido à acidez. Quem faz tratamento de câncer também acaba desenvolvendo algumas aftas devido a baixa imunidade. Além de disso, essas lesões costumam ser um dos primeiros sintomas do vírus HIV. Por isso, fique atento e assim que perceber alguma alteração na sua boca, procure um dentista para o diagnóstico correto.

COMO TRATAR?
Muita gente cisma em colocar sal, água oxigenada ou bicarbonato de sódio diretamente na ferida. Não faça isso em hipótese alguma! Aplicar essas substâncias acabam piorando os sintomas e a própria lesão. Até existem medidas caseiras para tratar as aftas, mas antes realizá-las peça orientação do seu dentista. O bicarbonato pode ser usado para amenizar o desconforto das feridas, contanto que seja dissolvido em água.

Além disso também existem os tratamentos feitos no consultório, como a laserterapia. Um procedimento que é capaz de amenizar a dor, melhorar a cicatrização e diminuir os casos recorrentes de lesões. Porém, muitas vezes ele é visto como uma solução auxiliar, sendo necessário outros cuidados adicionais com medicação, reposição de vitaminas e até acompanhamento com nutricionista. O mais importante é não tomar essa decisão sozinho, vá ao dentista e descubra os cuidados certos para tratar a sua lesão.

 


Dia 31/10/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

AFTA TEM RELAÇÃO COM PROBLEMAS ESTOMACAIS? CONFIRA NAS PALAVRAS DE UMA ESPECIALISTA NO ASSUNTO?

 

Foto: Reprodução – Iara Arebalo (Shuttertock)

Acordar e perceber uma afta se formando na sua boca é desanimador. Afinal, o que você fez para merecer isso? Merecer, ninguém merece, mas a verdade é que você pode ter contribuído de alguma forma para o surgimento dessas feridinhas, sim. Vários são os motivos que podem desencadear uma lesão aftosa e que muito tem a ver com seus hábitos diários. Muita gente associa a afta com problemas estomacais, mas será que isso é verdade?

AS VERDADEIRAS CAUSAS DA AFTA
Você pode ganhar uma lesão dessa por muitos motivos que vão desde os mais óbvios até os mais inusitados. Porém, nada tem a ver com problemas estomacais. A relação entre lesões ulceradas bucais está em função da baixa imunidade. Não se pode afirmar que aftas têm relação com úlceras estomacais. As lesões são distintas. Por outro lado, uma má alimentação prejudica seu sistema imunológico e acaba desencadeando essas feridas. Quem sofreu alguma lesão por conta do aparelho, um deslize na escovação ou mordeu a língua, também tem grandes chances desse machucado evoluir para uma afta. A etiologia das aftas continua desconhecida e podemos relacionar alterações hormonais, stress, dieta e hereditariedade.

QUEM PODE TRATAR DO PROBLEMA?
Se sua afta está incomodando muito ou demorando um bom tempo para cicatrizar, procure seu dentista de confiança. Nem pense em seguir receitas caseiras que você encontra na internet, como colocar sal ou limão nas feridas. Antes de tentar resolver o problema por conta própria, visite um profissional experiente no assunto.

COMO PREVENIR LESÕES
A prevenção das aftas precisa obedecer um exame clínico minucioso, como identificar possíveis etiologias: alimentação cítrica, alterações hormonais, fatores emocionais entre outros. E, dependendo do caso, formas de prevenção são indicadas.

Como, por exemplo:
– Prescrição de Vitamina C via oral para espaçar os ciclos.
– Manter dieta balanceada para contribuir para o equilíbrio da defesa orgânica.
– Consultar sempre o estomatologista para receber orientações e formas de prevenção do tipo e especificidade da doença.

 


Dia 25/10/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

A PARTIR DE QUAL IDADE A CRIANÇA DEVE FAZER A ESCOVAÇÃO SOZINHA?

Foto: Reprodução – Iara Arebalo (Shuttertock)

Quem é pai ou mãe sabe: filhos crescem muito rápido. Os primeiros anos de vida são cercados por todo cuidado, ajuda e atenção na saúde dos pequenos e, quando menos nos damos conta, eles já estão fazendo tudo sozinhos. Durante todo esse processo de crescimento, as orientações e ensinamentos dos pais são essenciais. Isto também vale para os cuidados com a saúde bucal. Mas quando é o momento adequado para permitir que seu filho ganhe essa independência?

QUANDO A CRIANÇA JÁ PODE FAZER A ESCOVAÇÃO SOZINHA?
Ao chegar em uma certa idade, a criança já deseja começar a fazer suas tarefas sozinhas, sem que o pai ou a mãe estejam por perto orientando. Para os pequenos, poder realizar um simples hábito como escovar os dentes sem ninguém ao lado é um grande passo. Até os 8 anos de idade a criança ainda deve receber ajuda na hora da escovação. Isso porque, até essa época, as habilidades motoras dela não estão suficientemente desenvolvidas para exercer a ação de maneira eficaz. Dessa maneira, após essa idade, o pequeno pode escovar sozinho.

ESCOVAR OS DENTES PODE SER ENCARADO COMO UMA DIVERSÃO PARA OS PEQUENOS
Vale ressaltar a importância da orientação dos pais, pois são eles os responsáveis por estimular a criança desde cedo a fazer a higiene bucal. O momento pode até mesmo ser levado como lazer, para que a criança veja como algo divertido e não uma obrigação chata. Conforme a criança for crescendo e criando essa independência, os pais podem permitir que a criança escove seus dentes. No entanto, após a escovação deve ser feita uma checagem da limpeza da cavidade bucal e reforçar como o hábito é essencial.

COMO SEI QUE A CRIANÇA JÁ PODE FAZER A ESCOVAÇÃO SOZINHA?
O hábito de escovar os dentes está dentro da lista de orientações que devem ser estimuladas pelos pais da criança. Por isso, os responsáveis devem verificar as movimentações dos pequenos durante a escovação, para que vejam se eles possuem alguma dificuldade. Durante essa pequena análise, é significativo checar se, principalmente, os dentes do fundo receberam uma higienização correta. Além disso, nos casos em que há dúvidas se a criança consegue ou não fazer a escovação sozinha, é possível recorrer ao odontopediatra. Assim, durante uma consulta de prevenção, o profissional pode instruir em que melhorar e como corrigir as complicações, tanto para os pais quanto para o filho.

QUEM DEVE ENSINAR PARA A CRIANÇA?
Uma dúvida recorrente é sobre quem é o responsável de ensinar a criança sobre a maneira correta de fazer a escovação bucal. Essa tarefa está nas mãos de ambos os lados. Os pais devem orientar as crianças sempre. No entanto, o dentista que acompanha o pequeno é indicado também a orientá-lo sobre as técnicas necessárias. E ainda, ele pode avaliar o caso de cada paciente, conseguindo então explicar qual é a forma mais adequada para cada caso.

 


Dia 18/10/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

A FALTA DE HIGIENE BUCAL É O PRINCIPAL MOTIVO DO MAU HÁLITO? DESCUBRA COMO REVERTER ESSA SITUAÇÃO

 
Foto: Reprodução – Iara Arebalo (Shuttertock)

O assunto, geralmente, é evitado, mas o mau hálito está presente na vida de milhares de pessoas. Infelizmente, nem sempre o portador do problema nota sua condição, o que pode dificultar seu tratamento. Você conhece alguém nesses casos? Chegou a hora de ajudar esse amigo a dar um fim no problema e o dentista é um grande personagem nesse processo. Para começar a solucioná-lo, entretanto, é importante entender a sua origem. Qual seria de fato o grande agente causador do cheirinho ruim que a boca exala?

DE ONDE VEM A PRINCIPAL CAUSA DO MAU HÁLITO?
Se você jura que a culpa é daquela cebola na salada que você comeu ou do alho usado no tempero do almoço, saiba que você está enganado, Alguns alimentos têm, sim, o poder de causar o mau hálito, porém, este é passageiro e brando. Quando a situação já dura muito tempo e fica cada vez mais forte, o problema deve estar na qualidade da sua higiene bucal. A higiene bucal feita de maneira incorreta é a principal causa do mau hálito. Mesmo que a pessoa tenha a boa vontade de fazer a higiene dos dentes, gengiva e língua, o mau hálito poderá se manifestar, pois a pessoa não utiliza as técnicas e produtos adequados a seu caso. Nesse caso a halitose poderá ocorrer proveniente da saburra lingual, doenças da gengiva (gengivite e periodontite) e cáseos amigdalianos, que são as 3 causas mais frequentes da halitose.

COMO REVERTER ESSE QUADRO?
Seja para quem busca entender mais sobre a técnica de limpeza ou para quem deseja conhecer as opções de ferramentas bucais específicas para o seu sorriso, o dentista é a pessoa certa. De nada adianta pegar dicas de amigos e familiares, visto que cada pessoa possui necessidades bucais diferentes e só o profissional saberá identificá-las para traçar o melhor método de cuidado e higiene. Um profissional qualificado no tratamento da halitose ensinará quais os produtos e técnicas de higiene mais adequados ao caso do paciente.

UM PASSO A PASSO RÁPIDO E SIMPLES DE CUIDADOS BUCAIS
Em geral, não há muito mistério quanto aos cuidados básicos empregados para garantir a limpeza de toda cavidade oral. Escovar os dentes após as principais refeições e à noite antes de dormir é uma delas. Na escovação noturna, que é a mais importante, usar o fio dental e, se quiser uma escovação ainda mais detalhada, uma escova de tufo único. E a língua você costuma limpar? Essa limpeza é muito importante e deve ser realizada com uma técnica e produto adequados. Isso varia de acordo com a quantia de placa bacteriana que se forma na língua (saburra), se o paciente tem muita ânsia ao limpar a região ou se ele tem língua presa, que são fatores que dificultam a limpeza, entre outros motivos.

 


Dia 11/10/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

HIGIENE BUCAL APÓS O ALEITAMENTO MATERNO: COMO LIMPAR A CAVIDADE BUCAL DO BEBÊ?

Foto: Reprodução – Iara Arebalo

Os primeiros anos de vida são rodeados de cuidados importantíssimos. Aquele pequeno bebê necessita de total atenção e ajuda para todas as atividades, por isso é preciso que os pais estejam sempre atentos à saúde da criança pensando em cada detalhe. No entanto, juntamente a isso, surgem diversas dúvidas. Você sabe como limpar a cavidade bucal do bebê? Essa é uma pergunta bem recorrente entre os responsáveis dos pequenos.

QUAL É O MOMENTO DE INICIAR A HIGIENE BUCAL EM BEBÊS?
Assim como diversas outras dúvidas sobre os cuidados ideais com o bebê, a higiene bucal também está entre elas. Normalmente, surge a incerteza de como fazer a limpeza da cavidade bucal e quando começa-la. É comum que os responsáveis recorram a uma gaze umedecida em água filtrada ou fervida para higienizar a gengiva, bochecha e língua do pequeno. No entanto, existe uma nova recomendação da Associação Brasileira de Odontopediatria e Associação Americana de Odontopediatria de que essa higiene só começa após o nascimento do primeiro dente. A explicação para isso é que a gaze removeria os anticorpos provindos do leite materno e a saliva já tem o papel de retirar os resíduos do leite da cavidade bucal, fora os riscos de uma higienização incorreta das mãos do responsável para tocar na boca do pequeno.

A MANEIRA DE HIGIENIZAR A CAVIDADE BUCAL APÓS A AMAMENTAÇÃO
A amamentação é um momento que envolve muito carinho e cuidados. Da mesma maneira devem ser as etapas posteriores. Ao surgir o primeiro dentinho na boca, a higiene da cavidade bucal deve ser iniciada. Para isso, uma gaze ou fralda envolvida no dedo e umedecida em água são as opções possíveis. Essa forma de higiene deverá ser realizada apenas enquanto o bebê apresenta apenas dentes da frente. Além disso, mesmo com esses dentes, também pode ser usado uma escova de dentes macia.

E QUANDO OS OUTROS DENTES SURGIREM?
Com o aparecimento dos dentes da parte do fundo da boca, a higiene deve ser realizada com uma escova de dentes macia e de cabeça pequena. A quantidade de creme dental deve ser muito pouca, com no mínimo 1000 ppm de flúor, equivalente a um grão de arroz cru. Se o bebê apresentar algum dentinho encostado em outro, deve-se também utilizar a fita dental diariamente. O contato entre esses dentes não é alcançado pela escova, de forma que, se não for limpo corretamente, pode desenvolver cárie. O bebê irá acostumar-se com o fio dental e a utilização recorrente logo se tornará um hábito. Para completar, não esqueça da língua, que deve ser limpa com a escova ou gaze.

IMPORTÂNCIA E BENEFÍCIOS DESSA PRÁTICA PARA A SAÚDE BUCAL DO BEBÊ
A higiene bucal do bebê evita, principalmente, o surgimento de cárie. Ao fazer uma limpeza correta, impedimos o processo de fermentação das bactérias ao entrarem em contato com o alimento, e a desmineralização do esmalte do dente. Vale lembrar que a higienização deve ser feita após as principais refeições e antes do pequeno dormir. Também é importante higienizar para que a criança cresça acostumada com o hábito da higiene bucal.

OS PERIGOS DE NÃO SEGUIR ESSES CUIDADOS
Sem a realização de uma higiene bucal correta, o bebê pode vir a apresentar quadros de cáries e problemas gengivais. Durante os tratamentos de cárie em ambiente hospitalar, por exemplo, o dentista precisa, geralmente, sedar o pequeno. Isto porque, principalmente pela pouca idade, ele não tende a colaborar. “s problemas bucais podem ser evitados apenas com bons hábitos, higiene correta e acompanhamento desde cedo com o odontopediatra.

 


Dia 04/10/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

CLAREAMENTO INTERNO, COMO FUNCIONA E PORQUE FAZER!?

Como já dito na postagem de semana passada procedimento de canal ou traumas muito forte na região da boca, pode mudar a cor de um ou mais dentes. Para corrigir, muitos dentistas indicam o clareamento dental interno. É um método eficaz, onde apresenta resultados rápidos e de grande satisfação aos clientes. Legal, né? É uma possibilidade de sorrir novamente com mais gosto.

Foto: Reprodução

COMO FUNCIONA?
Para esta técnica de clareamento é usado como agente branqueador o peróxido de hidrogênio, que é aplicado na parte interna do dente. É feito uma abertura na parte de trás do dente, para ser acessado o local onde foi tratado o canal, faz-se uma proteção na entrada do canal e o material para clareamento é aplicado. A partir daí, o dentista pode utilizar o material durante alguns dias até recuperar a sua cor. Em outros casos, o profissional aplica o gel e utiliza a luz LED, como é feito no clareamento de consultório.

   

CUIDE BEM DO SEU SORRISO
Todo procedimento clareador envolve algumas cautelas e com o branqueamento interno não poderia ser diferente. Os cuidados durante esse procedimento são semelhantes aos cuidados com a clareamento externo, porém devemos entender que o clareamento interno terá um efeito na parte interna do dentes, devido a manchas ocasionadas por um trauma, por uma hemorragia dentro do dentes ou após tratamento de canal. Portanto, nada de consumir alimentos e bebidas que possam manchar o dente tratado.

FACETAS DE PORCELANA E LENTES
Em algumas circunstâncias nem sempre o clareamento interno se mostra totalmente eficaz, mas isso depende de cada caso e só o dentista poderá fazer essa avaliação. Nesses casos pode-se realizar no dente uma faceta de resina ou mesmo uma faceta de porcelana. Alterações na cor dos dentes são relativamente comuns e ocasionadas por diversos fatores. Consulte o seu dentista se achar que essa mudança está te incomodando de alguma forma. A saúde e bem-estar do seu sorriso vêm sempre em primeiro lugar.

 

 


Dia 27/09/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

MITO OU VERDADE: O TRATAMENTO DE CANAL ESCURECE O DENTE?

 

O tratamento de canal foi criado para diminuir o número de extrações de dente que eram extremamente comuns no passado. Seu objetivo é manter o elemento dental, mesmo que sua polpa esteja doente e precise ser removida. O problema é que esse procedimento, em alguns casos, pode escurecer o dente, pois quando esse tipo de tratamento é feito, acontecem algumas modificações químicas no dente que podem causar seu escurecimento.

A polpa nada mais é do que o tecido mole que fica dentro do dente e que contém vasos sanguíneos, nervos. Quando ela sofre algum tipo de lesão, que pode ser causada por uma cárie não tratada, por exemplo, ela fica doente e não consegue mais se recuperar sozinha, necrosando.

Se esse problema não for tratado logo, ele pode atingir a polpa radicular (parte que fica na raiz do dente), sendo necessário realizar o tratamento de canal, que consiste em tirar todo o nervo que nutri o dente deixando-o sem vida.

Mas por que escurece?

Realmente muitas vezes esse tratamento é feito sem nenhum contratempo e o dente não escurece depois. Mas em alguns casos, ele pode escurecer sim. Quando o nervo do dente é retirado pode haver uma série de modificações químicas dentro dele, o que causa seu escurecimento.

Os motivos que podem levar ao escurecimento do dente são:

– Decomposição da polpa coronária (parte da polpa que fica na coroa do dente). Esse acontecimento é assintomático e esses resíduos originados da decomposição acabam penetrando nos canalículos dentários, deixando ele com uma aparência mais escura.

– Hemorragia após a remoção pulpar. Quando o dentista faz um tratamento de canal dentário é preciso fazer uma boa irrigação da cavidade pulpar. A remoção da polpa causa hemorragia e, quando não tratada, tende a levar ao escurecimento do dente.

– Permanência de partes da pulpa na cavidade do dente (teto da câmara pulpar, por exemplo). Essa parte em especial deve ser retirada completamente para que não ocorra o escurecimento do dente.

– Longo contato de substâncias (medicamentos de uso intra-canal) com a dentina. Se esse contato com a dentina é muito longo, essas substâncias penetram nela, sofrem oxidação e escurecem o dente. Por isso que o dentista precisa limpar muito bem a cavidade, removendo totalmente os materiais até um nível de 2 a 3 mm abaixo da margem gengival.

É possível evitar?

Como pudermos ver, alguns escurecimentos dentais são causados por conta da forma com o tratamento foi feito, falhando em alguns pontos. Mas no caso da decomposição da polpa, uma causa fora do controle do profissional, é praticamente inevitável prever ou prevenir o escurecimento. Mas nem tudo está perdido. Se por um acaso você fez um tratamento de canal e seu dente escureceu, existem procedimentos hoje que podem o fazer voltar a ser branco como é o caso do clareamento intra-canal e das facetas. Mas, antes de dar início a qualquer método de clareamento, é preciso diagnosticar o motivo da pigmentação dentária e verificar, junto com o profissional, qual o melhor método para combatê-la.

Foto: Reprodução – Iara Arebalo/Master Clínica Sobral

 


Dia 18/09/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

PRÓTESES DENTÁRIAS.

 

Próteses Dentarias

Podemos perder os nossos dentes naturais por diversas razões, esta perda pode ser por inteiro ou somente a coroa do dente (parte externa que fica visível dentro da boca). Isso pode ocorrer por um acidente, cáries ou outros problemas de saúde oral. Para a reabilitação existem as prótese dentária, que é a forma de reconstruir ou substituir dentes extremamente danificados ou perdidos, devolvendo ao paciente as características e funções mastigatórias, estética e fonética, além de recompor e proteger funções articulares.

Quais os tipos de Próteses Dentárias?

Hoje em dia, existem vários tipos de opções para a reabilitação oral do paciente, que se dividem basicamente em dois grupos: as próteses fixas e as próteses removíveis.

Próteses Fixas

As próteses fixas possuem várias vantagens, podendo ser efetuadas sobre o dente ou sobre o implante, com coroas unitárias ou ponte. As próteses fixas têm como principal objetivo reproduzir a dentição natural do indivíduo, com excelência na estética, resistência e durabilidade dos dentes danificados ou perdidos.

Prótese fixa sobre dente: A Prótese Dentária Fixa é uma ótima forma de repor dentes perdidos. Pode ser de apenas um dente (denominada Coroa, bloco), ou de mais dentes (chamada prótese ou ponte fixa ou prótese adesiva). Após instalada em boca a prótese dentária fixa nunca é removida, sendo estável e funciona de forma muito parecida aos dentes. Proporciona uma boa mastigação e a aparência de dentes saudáveis.

Foto: Reprodução: Iara Arebalo/Master Clínica

Prótese fixa sobre implante: O implante dentário serve como substituto da raiz de um dente natural ausente. A técnica consiste em colocar um pino normalmente feito de titânio, material que provoca baixa rejeição, dentro do osso superior ou inferior e, em cima dele, colocar o dente artificial.

Foto: Reprodução: Iara Arebalo/Master Clínica

Protocolo Dentário (Dentadura Fixa): Muita gente quando vai ao consultório do dentista e escuta Implante Dentário Protocolo, fica na dúvida sobre o procedimento. Pois bem, isso nada mais é que a substituição da dentadura móvel(dentadura de todos os dentes) do paciente por uma dentadura fixa que será fixada sobre implantes dentários. Esta substituição da dentadura pelo Implante Dentário Protocolo, pode ser uma solução definitiva para quem busca conforto e segurança na hora de falar, mastigar e até mesmo sorrir na frente de outras pessoas.

Foto: Reprodução: Iara Arebalo/Master Clínica

Próteses Removíveis

Prótese Total: As Próteses Dentárias Totais (dentaduras) repõem todos os dentes da boca. O uso de dentaduras ou próteses móveis não interrompe a atrofia(perda) óssea, o que acontece somente com implantes.

Foto: Reprodução: Iara Arebalo/Master Clínica

Prótese Parcial Removível: É um aparelho protético que substitui os dentes naturais, perdidos em arcadas nas quais ainda permanecem alguns dentes naturais, portanto, com perda parcial de dentes. É chamada de removível porque pode ser retirada pelo portador no momento que este desejar.

Foto: Reprodução: Iara Arebalo/Master Clínica

 


Dia 30/08/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

EFEITOS COLATERAIS DA ANESTESIA DENTÁRIA E CAUSAS DE TRATAMENTO?

 
Foto: Reprodução – Iara Arebalo/Master Clínica

Procedimentos médicos às vezes são necessários para manter sua saúde, incluindo sua saúde bucal. A anestesia é necessária em vários procedimentos, seja uma cirurgia no joelho ou obturação de uma cavidade avançada, e, quando administrada corretamente, não é motivo para preocupações. Mas algumas pessoas sofrem com os efeitos colaterais das anestesias. Eis algumas informações a respeito da anestesia e o por quê alguns pacientes não respondem bem a ela.

          Foto: Reprodução – Iara Arebalo/Master Clínica

Tipos de anestesia

Há dois tipos de anestesia: local e geral. A American Academy of Pediatric Dentistry (AAPD) (Academia Americana de Odontopediatria) define a anestesia local como “perda temporária de sensibilidade, incluindo dores em uma parte do corpo, produzida por um agente de aplicação tópica ou injetável, sem comprometer o nível de consciência”. Na prática, seu dentista só anestesia uma parte de sua boca injetando um medicamento em sua gengiva ou bochecha; você poderá ficar acordado durante o processo. A anestesia geral, de acordo com a Aetna, o seda por um período prolongado de tempo e uma cânula possibilita a respiração enquanto você está adormecido.

Embora o termo possa confundir, a anestesia geral possui uma função bem mais específica para seu conforto durante o procedimento, e é administrada por um profissional qualificado, como um cirurgião buco-maxilo-facial ou um anestesista. A anestesia local (ou regional) é utilizada para tratamento mais simples, em que suas necessidades são mínimas o suficiente para que seu estado corporal possa permanecer o mesmo.

Procedimentos que necessitam de anestesia

Infelizmente, nem todas as idas ao dentista são tão fáceis como uma limpeza rotineira. Portanto, certifique-se antes de agendar sua próxima consulta. A extração de um dente é um dos procedimentos que mais necessitam anestesiar, seja por carie, indicação ortodontica ou os tais dente do siso, o dentista anestesia a área de sua boca ao redor do dente.

Embora os tratamentos de canal tenham se tornado muito mais fáceis ao longo dos anos, eles são outro exemplo da necessidade de anestesia. Quando a polpa de um dente se torna danificada, a parte do dente que abriga a polpa precisa ser removida e selada, salvando então o dente de uma extração.

Efeitos colaterais da anestesia dentária

São poucos os efeitos colaterais de uma anestesia local, mas eles surgem às vezes. A dormência sentida além da parte da boca anestesiada é muito comum. Após uma injeção local em suas gengivas, por exemplo, o medicamento pode fazer suas pálpebras e músculos da gengiva caírem. Após o efeito anestésico, essa dormência passa. Aqui são mais alguns:

Incapacidade de piscar – Caso você não consiga piscar um de seus olhos, seu dentista pode fechá-los até que a dormência passe, para que eles não ressequem.

Hematoma – Descrito como um inchaço com acúmulo de sangue, isso pode ocorrer caso a agulha atinja um vaso sanguíneo no momento da injeção.

Arritmia cardíaca – A droga vasoconstritora presente na anestesia pode elevar seu ritmo cardíaco durante um minuto ou dois. Certifique-se de mencionar isso ao seu dentista caso você perceba.

Danos aos nervos – Caso a agulha atinja diretamente um nervo, o resultado pode ser dormência e dor, que podem durar semanas ou meses.

Danos aos nervos são muito6 raros em injeções locais, de acordo com a American Society of Regional Anesthesia and Pain Medicine (ASRA) (Associação Americana de Anestesia Regional).

 


Dia 26/08/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

QUANTOS DENTES NÓS TEMOS?

 

Alguma vez você já pensou a respeito? Bem, a resposta depende de alguns fatores, sendo o maior deles a idade. Crianças e adultos possuem um conjunto diferente de dentes. Portanto, quantos dentes as crianças têm?

DENTIÇÃO INFANTIL

As crianças têm sua dentição iniciando por volta dos seis meses de idade. O termo técnico para esses dentes, é dentes decíduos, porque eles eventualmente caem, assim como as folhas caem das árvores decíduas no outono. A maioria das pessoas conhece esses dentes com o nome de dentição infantil, embora sejam chamados também de dentes de leite ou dentição primária.

Ao todo, as crianças possuem 20 dentes de leite – 10 na parte superior e 10 na parte inferior. Esses dentes atuam como marcadores de posição para os dentes adultos que crescerão depois que os dentes de leite caírem. Lembre-se de que só porque esses dentes estão destinados a cair, não significa que eles não devam ser cuidados da mesma forma que os dentes permanentes.

Desenvolver uma alimentação saudável e hábitos de escovação devem começar logo após o início da dentição do seu filho. Por volta dos seis anos a maioria das crianças começa a perder seus dentes de leite, que serão substituídos por dentes permanentes. Esse processo continua até o início da adolescência.

Foto: Reprodução

DENTES PERMANENTES

Os adultos têm mais dentes do que as crianças; a maioria dos adultos possui 32 dentes. Dentre esses dentes, há 8 incisivos, 4 caninos, 8 pré-molares e 12 molares (incluindo 4 dentes do siso). A maioria das pessoas tem o conjunto completo de dentes adultos assim que atingem a adolescência. É comum os adultos extraírem seus dentes do siso, pois nem sempre há espaço suficiente para que esses dentes cresçam confortavelmente sem causar desalinhamento dos outros dentes.

Foto: Reprodução

Então, quantos dentes nós temos?

– Crianças têm 20

– Adultos têm 32 (28 se os dentes do siso forem extraídos).

 

 


Dia 09/08/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

POR QUE FAZER UM TRATAMENTO ENDODÔNTICO?

 

O tratamento endodôntico, bastante conhecido como “canal” é um procedimento realizado pelo dentista muito importante para salvar um dente danificado em sua polpa, que é a estrutura interna responsável pela vitalidade do dente. Ela é formada por nervos, vasos sanguíneos e outros elementos.

A polpa dental pode ser comprometida, ficando danificada ou mesmo morta por diferentes motivos, como uma cárie de grandes dimensões, doença gengival avançada, um trauma, bruxismo, restaurações defeituosas, dentre outros. Uma vez que a polpa é deteriorada, o osso que rodeia o dente corre o risco de ser infectado pelas bactérias. Realizar o tratamento endodôntico é fundamental para a boa saúde do paciente, pois a proliferação das bactérias e, portanto, da infecção, para o osso pode ocasionar uma bacteremia. Ou seja, levar bactérias para a circulação sanguínea, o que pode levar à infecção de outros órgãos, como o coração, e colocar a pessoa em risco de morte.

Foto: Reprodução

ALGUNS DOS SINTOMAS QUE INDICAM POTENCIAL NECESSIDADE DE CANAL SÃO:

  • dor latente e espontânea do dente, que aumenta com o calor
  • uso de analgésicos tem efeito curto ou praticamente imperceptível
  • dor ao mastigar
  • alguns casos, não há sintomas

A dor deixa de existir no dente após o término do tratamento. Por isso, é muito importante manter as visitas periódicas ao dentista para que ele realize o exame clínico de toda a boca do paciente para encontrar possíveis cáries, uma vez que o dente tratado perdeu sua “essência vital” e, portanto, sua sensibilidade.

Todo o procedimento do tratamento endodôntico pode ser desconfortável, porém é indolor devido ao uso de anestesia. Dessa forma, não é preciso temer sentir dor, mas ter paciência para ficar um tempo razoável com a boca aberta.

MAS AFINAL, O QUE O TRATAMENTO DE CANAL FAZ NO MEU DENTE?

Ele vai remover o tecido inflamado ou infeccionado que afeta a polpa (nervo), e quando esta polpa é afetada ela se torna responsável pelas temidas dores de dente. “Em um estágio mais avançado da infecção, além das dores podem causar inchaços muito desconfortáveis devido à secreção que se forma no local”, comenta a profissional.

OS PRINCIPAIS CUIDADOS APÓS O TRATAMENTO

Após tratamento de canal o dente receba uma restauração adequada que devolva sua capacidade funcional. Normalmente, para dentes que perderam mais de 60% da sua estrutura, é indicada a confecção de restaurações indiretas, que são as coroas. O dente pode ficar sensível por alguns dias logo após o procedimento, porém, à medida que a inflamação for diminuindo, os sintomas irão desaparecer. Medicamentos poderão ser indicados para auxiliar nesse processo de redução da dor, mas somente pelo profissional.

EVITANDO O PROBLEMA

A única maneira de você correr de um tratamento de canal é não deixando o problema surgir. Por isso, medidas preventivas são tao importantes. A dica mais valiosa é a mais simples possível: visitar seu dentista a cada 6 meses! Dessa forma ele poderá detectar os problemas com antecedência e tratá-los de forma menos invasivas”, indica. Além disso, claro, realize sua higiene bucal de forma eficiente com cremes que façam uma limpeza profunda em sua boca, eliminando todas bactérias dos dentes e gengivas. Invista no seu melhor sorriso!

 

Fotos: Reprodução

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 02/08/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

ETAPAS DA CÁRIE.

Evolução da doença Carie

A carie dentária é um problema mundial, embora nem todas as áreas e pessoas sejam afetadas igualmente. Entre os fatores que influenciam a incidência de cárie estão o clima, a composição e a quantidade de saliva, o balanço hormonal, o equilíbrio nutricional, a higiene oral, o teor de flúor na água potável, a dieta e a raça, só para citar alguns. Das doenças crônicas que atingem a raça humana é a mais prevalente e que, juntamente com o resfriado comum e as doenças gengivais, encontra-se entre os problemas da saúde mais comuns. Se não forem tratadas adequadamente por um dentista, elas continuam a aumentar. Em última instância, uma cárie não tratada acarreta a perda do dente – a cárie está para o dente assim como o câncer está para o corpo: se não for removida, não para de crescer até destruir completamente o dente. Quais as fases da carie:

Foto: Reprodução – RGR Publicações S.A.

FASE 1 – MANCHA BRANCA: O ácido produzido pela bactéria, resultado do processo químico com o açúcar dos resíduos alimentares, promove uma pequena desmineralização do esmalte. Fase indolor e reversível apenas com aplicação de flúor.

FASE 2 – CÁRIE NO ESMALTE: A desmineralização é mais intensa e destrói parte do esmalte. Nesta Etapa há cavitação (buraco no dente), no entanto, por ser apenas no esmalte o paciente não sente dor alguma, pois não há inervação no esmalte. A solução nesta etapa é remover mecanicamente a cárie e preencher com material restaurador.

FASE 3 – CÁRIE NA DENTINA: A destruição chegou à dentina, portanto, o ‘buraco’ no dente fica maior. Como há prolongamento nervoso na dentina, o paciente começa a sentir dores no dente. O procedimento neste caso também é remover a cárie mecanicamente e preencher a cavidade com material restaurador.

FASE 4 – CÁRIE ATINGIU A POLPA – NECROSE PULPAR: Nesta fase a cavitação e as bactérias chegam ao canal (polpa) do dente. A dor é intensa e é necessário a desinfecção do canal e posterior tratamento de canal. Procedimento mais complexo.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 26/07/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

DICAS PARA NÃO QUEBRAR OS APARELHOS ORTODÔNTICOS.

Dicas para não “quebrar” seu aparelho ortodôntico: Seja um paciente exemplar de ortodontia! A “quebra” do aparelho ortodôntico pode ser caracterizada com os braquetes e bandas soltas e também com os fios amassados. Uma sensação de “alguma coisa está solta” no aparelho poderá ser sentida pelo paciente. Essa sensação pode, ser um indício de que alguma coisa está errada com seu aparelho.

Foto: Reprodução

Alimente-se com mais calma e lentamente durante as refeições. A pressa em se alimentar induz a exercer forças mastigatórias excessivas e consequentemente quebrar o aparelho;

Esse cuidado também deverá ser tomado ao escovar os dentes. Quando escovamos com pressa, é comum exercer forças excessivas e com isso quebras alguns acessórios;

                             Fotos: Reprodução

Cortar os alimentos em pedaços menores com a faca e depois coloca-los na boca poderá ajudar na hora da mastigação. Evite pedaços maiores de alimentos como a carne por exemplo. Mastigue pedaços menores.

                                  Fotos: Reprodução

Evite alimentos duros como por exemplo balas, chicletes e pirulitos;

Foto: Reprodução

Alguns alimentos duros são ricas fontes nutritivas e não podem deixar de ser consumidas, mas devemos tomar muito cuidado ao mastigá-las com força. São exemplos de alguns deles: castanhas, nozes, amendoins, etc. mastigue-os lentamente ou triture e misture com outros alimentos;

Foto: Reprodução

Outros hábitos alimentares danosos ao aparelho, gengiva e dentes por exemplo são aqueles a exemplo de morder osso de galinha, morder a pata de caranguejo, dentre outros.

Alguns hábitos de levar objetos a boca podem danificar o aparelho como por exemplo, morder gelo, tampa de caneta, etc. Lembre-se que eles não fazem só mal ao seu aparelho e dentes.

                                      Fotos: Reprodução

Lembre-se sempre de cuidar bem do seu aparelho, pois isso é muito importante para o sucesso do seu tratamento!

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 12/07/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

PAPEL DO CIRURGIÃO DENTISTA.

Papel do cirurgião-dentista frente ao diagnostico precoce do HIV/AIDS

As manifestações bucais da infecção pelo HIV são comuns e podem representar os primeiros sinais clínicos da doença. Muitos indivíduos infectados desconhecem sua condição, por isso, o cirurgião-dentista pode ser o primeiro a reconhecer os sinais e sintomas causados pela presença do vírus no organismo. Sempre que houver suspeita de infecção pelo HIV deve-se encaminhar o paciente a um infectologista para exames e tratamento adequado. A seguir serão listadas algumas das manifestações orais mais comuns:

Infecções fúngicas:
*Candidíase: é a manifestação clínica mais comum em portadores do vírus HIV. Segundo pesquisadores a candidíase ocorre em 50% dos indivíduos infectados pelo HIV e 90% daqueles com aids. Em indivíduos infectados pelo HIV assintomáticos é um sinal de descompensação imunológica e com frequência anuncia a transição para aids. É comumente causada pelo fungo Candida albicans e pode se apresentar sob as formas pseudomembranosa (FOTO 1), eritematosa (FOTO 2) ou de queilite angular(FOTO 3). Dependendo das condições imunológicas do paciente, a candidíase pode afetar outras áreas do corpo como a faringe, traqueia e o esôfago.

Infecções bacterianas:
– Pacientes infectados pelo vírus HIV, especialmente os que apresentam contagem de células T CD4+ abaixo de 300 células/mm3, têm formas especialmente severas de doença periodontal.
*Gengivite ulcerativa necrosante (GUNA): caracteriza-se por severo edema (aumento de tamanho na gengiva), eritema, sangramento espontâneo, presença de pseudomembrana e áreas de necrose. Além disso, o paciente queixa-se de dor intensa, odorfétido e a evolução do quadro é rápida.


*Periodontite ulcerativa necrosante (PUNA): quando há exposição e perda óssea progressiva, levando à perda de elementos dentários. Dor intensa por toda a maxila ou mandíbula pode ser a queixa principal do paciente. Reponde inadequadamente aos tratamentos preconizados para as periodontites em geral.

Infecções virais:
*Herpes simples: são vesículas/bolinhas que se rompem e coalescem, formando regiões ulceradas, sintomáticas e persistentes. A infecção herpética em pacientes HIV/aids pode sofrer reativações mais freqüentes, formando lesões maiores e de maior duração. A persistência da lesão por mais de 4 semanas associada a soropositividade para o HIV é indicativa para diagnóstico de aids.


*Leucoplasia pilosa: lesão branca, não removível à raspagem, localizada principalmente nas bordas laterais da língua (de um lado ou ambos os lados da língua), sendo associada à presença do vírus Epstein-Barr. É também considerada como um indicativo de comprometimento imunológico, um sinal de progressão da doença.


O tratamento dos indivíduos HIV/aids não é mais complexo que o de outros pacientes com comprometimento clínico. Além disso, os primeiros sinais clínicos da imunodeficiência associados ao HIV aparecem com frequência, na cavidade oral, o que dá ao cirurgião-dentista um papel importante no diagnóstico precoce da infecção e tratamento desse grupo de pacientes.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 29/06/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

PAPEL DO CIRURGIÃO DENTISTA.

Papel do Cirurgião Dentista, no tratamento odontológico em pessoas com depressão

Pessoas tristes ou preocupadas costumam andar com o semblante desanimado e um “sorriso amarelo” no rosto. Para esses, essa expressão, ainda que não se refira necessariamente à cor dos dentes, pode acabar se tornando, literalmente, verdade. Isso acontece porque, sem um acompanhamento especial, a depressão e a ansiedade são capazes de comprometer seriamente a saúde bucal do paciente. Agora, para que isso seja evitado é necessário uma serie de cuidados da parte do paciente e também de seu dentista.

Obstáculos logo na ida ao consultório

Se, para alguns, uma simples consulta de rotina já é capaz de gerar bastante inquietação, em pacientes ansiosos o quadro não é diferente. Essa tensão, entretanto, pode acabar dificultando os cuidados com a saúde oral e trazendo consequências sérias para o sorriso. Se a frequência de visitas for inadequada, podem ocorrer problemas mais graves e emergenciais como infecções e dores intensas. E dentro desse pacote, outro fator que se torna um empecilho é o desânimo. Em casos de problemas psicológicos mais graves, é comum que a aparência seja deixada de lado e que os cuidados com a saúde em geral sejam negligenciados. Por conta disso, o ideal é que o dentista conquiste a confiança do paciente e mostre a importância do tratamento odontológico para seu bem-estar.

É preciso adaptar o atendimento

Por se tratar de um cenário delicado, é preciso analisar o andamento, duração e método a ser usado. Isso acontece, por exemplo, na preparação para cirurgias. Os procedimentos odontológicos, principalmente aqueles que necessitam do uso de anestésicos locais, devem ser realizados de forma mais rápida e menos traumática possível, evitando complicações ou agravamento que a doença psiquiátrica já pode causar normalmente. Tudo isso, é para que seja proporcionado um tratamento odontológico mais seguro e humanizado.

Para cada caso, possíveis alternativas

Um bom atendimento vai além do trivial e, para que isso dê resultados, a dedicação do dentista é fundamental. Quando necessário, outras medidas menos comuns podem ser tomadas para que o paciente se sinta mais confortável. Algumas delas seriam:

  • Entrar em contato com o médico do paciente ou com familiares;
  • Considerar o melhor momento para realizar o tratamento odontológico;
  • Explicar verbalmente e por escrito todo o tratamento a ser realizado, minuciosamente, e tirar todas as dúvidas do paciente e familiares;
  • Dar prioridade para as necessidades que o paciente apontar, isso pode aumentar a autoestima e o bem-estar, favorecendo a adesão ao tratamento.

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 07/06/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

REAÇÕES ADVERSAS DE MEDICAMENTOS NA CAVIDADE ORAL.

No dia a dia do consultório odontológico ocorre complicações devido ao grande número de medicamentos que produzem as mais diversas reações fisiológicas, sendo cada vez mais comum encontrarmos pacientes de rotina fazendo uso de drogas que, além de alterações sistêmicas e locais, podem manifestar efeitos colaterais na cavidade oral. Estes efeitos adversos podem simular outras doenças orais e a associação causal entre um fármaco e seu efeito adverso pode ser observada mesmo após diversos meses do seu uso. Em alguns casos torna-se difícil estabelecer a associação da manifestação com o fármaco administrado, devido a diversidade de medicamentos usados por alguns pacientes. Somente com uma anamnese adequada é possível que o profissional faça o diagnóstico correto e decida a conduta clínica mais adequada para minimizar ou não agravar tais efeitos colaterais.

Em um estudo feito pela Oral Surgery, Oral Medicine, Oral Pathology, Oral Radiology sobre os eventos adversos das drogas na cavidade oral, descreveu as reações na mucosa oral mais comuns e incomuns às medicações. Como por exemplo a xerostomia ou boca seca, reação liquenóide, úlceras aftosas, pigmentações, hiperplasia e osteonecrose dos maxilares. No estudo vemos que a xerostomia ou boca seca é listado como um efeito adverso para mais de 500 medicamentos, sendo alguns exemplos os antidepressivos, antipsicóticos, anti-histamínicos, os anti-hipertensivos (como diuréticos, beta-bloqueadores e de conversão da angiotensina inibidores da enzima [ECA](Captopril)) broncodilatadores agentes quimioterápicos, inibidores de apetite, descongestionantes, opióides, benzodiazepínicos, hipnóticos e relaxantes musculares.

 

Muitos medicamentos podem causar reações de hipersensibilidade liquenóides, tendo como exemplos anti-inflamatórios não esteroidais (AINES), agente anti-hipertensivos, sulfa, anti-fúngicoos, anticovulsivantes, drogas imunomoduladoras, alopurinol e lítio.

 

Em relação às úlceras aftosas, os antiflamatórios não esteroidais (AINES) foi a primeira classe de medicamentos associada com o desenvolvimento dessa alteração. Além desse medicamento, temos também como exemplos os inibidores de cicloxigenase-2 (Arcoxia), sulfametaxazol-trimetropina (Bactrin) e antagonista do receptor da angiotensina (losartan).

Os metabolitos das tetraciclinas, minociclinas, drogas anti-malária e fenazina podem quelar com ferro e melanina, resultando em pigmentações na mucosa do palato (céu da boca).

Bloqueadores do canal de cálcio, especificamente a nifedipina e amlodipina, são agentes anti-hipertensivos que induzem hiperplasia (aumento) dos tecidos gengivais. A ciclosporina e tacrolimus também induzem hiperplasias na cavidade oral, porém, estes apresentam-se localizados e são visto mais frequentemente na língua e mucosa bucal.

Os bisfosfonatos e denosumab (anticorpo monoclonal contra ativador do receptor do fator nuclear kappa-B ligante) são medicamentos utilizados no tratamento da osteoporose pós-menopausa. De acordo com o estudo, uma grande incidência de osteonecrose foi vista terapias envolvendo combinações de bisfosfonatos e com bisfosfonatos sozinhos.

 

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 07/06/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

TRAUMA DENTAL NA CRIANÇA – SAIBA O QUE FAZER.

Crianças com até 3 anos de idade estão começando a andar, logo podem cair e seus reflexos não estão totalmente desenvolvidos. O trauma dental pode lesar os tecidos de suporte dental, mucosas e lábios resultando em importante sangramento e podem estar associados ao trauma de cabeça.

De zero a três anos as lesões que caracterizam o trauma dental estão mais relacionadas com a luxação do dente decíduo (dente temporário), isso ocorre porque o osso é mais esponjoso e maleável, o que leva a absorção do impacto.

Já em crianças maiores o osso tem maior dureza e mais resistência, neste caso é mais comum a fratura dentária e avulsão do elemento dentário.

Segundo um estudo realizo por Shaare (2005), os locais de maior ocorrência de trauma dental infantil são jardim da infância (32%) e na residência (38%), em crianças de 1 a 8 anos a maior incidência ocorre nos dentes incisivos superiores decíduos na faixa etária de três anos e meio.

Os tipos de lesões dentárias mais comuns em caso de trauma são:
Deslocamento dental: o dente poderá apresentar mobilidade e permanecer no local;
Fratura dental: existem diversos tipos como trinca de esmalte, fratura do esmalte e dentina, entre outras, podendo inclusive expor a polpa (nervo);

Intrusão dental: chamada de luxação intrusiva, quando o dente é deslocado para o interior do alvéolo dentário;

Avulsão dental: com o impacto o dente é expelido do alvéolo dentário.

Os traumatismos dentários podem levar a perda dos decíduos. Grande parte da população não tem consciência da importância da dentição decídua para o desenvolvimento da criança, que pode ser afetado por sua perda precoce.

– A prioridade é avaliar se houve um traumatismo na cabeça associado ao trauma dental; se ocorreu o traumatismo, avaliar se a criança está consciente, tem tontura ou vômito;
– Se ocorreu o trauma na cabeça e a criança estiver consciente, mante-la em repouso e aplicar compressa fria no local do trauma, observar se há sinais de alterações neurológicas como vômitos, tonturas, dificuldade para falar e sonolência importante (neste caso acionar o serviço de emergência SAMU 192);

– Lembre-se: a prioridade é o trauma de cabeça, depois o trauma dental;
Se não ocorreu o trauma na cabeça você poderá seguir os passos abaixo:

– Observar se ocorreu fratura do dente ou se ocorreu a intrusão deste (quando o dente traumatizado permanece na gengiva);
– Orientar a criança a morder um rolete de gaze (se estiver com sangramento ativo);
– Aplicar gelo (com ajuda de um pano) no local se apresentar inchaço e/ou sangramento;
– Tentar localizar o dente (principalmente se for permanente);
– Se o dente for encontrado, segure-o pela coroa, nunca pela raiz;
– Não é necessário lavar o dente (risco de traumatizar a raiz);
– Colocar e manter o dente em frasco com leite (preferencialmente);
– Quanto mais rápido ocorrer o atendimento pelo dentista, maior a possibilidade de êxito;
– Verificar a vacinação contra o tétano (orientar os pais);
– Encaminhar imediatamente ao cirurgião dentista.

ATENÇÃO: todo trauma dental deve ser avaliado pelo dentista, a lesão pode não parecer importante quando observada a boca da criança, mas uma avaliação pelo profissional e até a realização de um RX poderão indicar a gravidade do problema.

CURIOSIDADE

Por que colocar o dente avulsionado em um copo com leite? Muitas pessoas acreditam que essa prática é uma crença popular, mas não é.

Um estudo realizado pela Profa. Juliana Vilela Bastos, da Universidade Federal de Minas Gerais, avaliou os fatores genéticos e clínicos associados a cicatrização de dentes implantados. Ela explica que para ter sucesso de 100% no reimplante, ele precisará ocorrer em até 10 minutos, depois do dente ter saído completamente da boca. Mas se este dente for colocado em um recipiente com leite, esse tempo aumenta para até 6 horas, o que favorece procurar um dentista para o atendimento.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 31/05/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

TRATAMENTO ODONTOLÓGICO EM PACIENTES COM CÂNCER.

A incidência dos mais diversos tipos de câncer tem aumentando assustadoramente nos últimos anos no Brasil e no mundo. Isso certamente se deve a piora significativa na qualidade de vida das pessoas, no que diz respeito a estresse, alimentação, fumo, álcool e etc. Felizmente, porém muitos tipos de câncer outrora incuráveis hoje são tratáveis através de cirurgia, radio e/ou quimioterapia.

Os cuidados relacionados com a saúde bucal são de grande importância nos períodos antes, durante e pós o tratamento oncológico. O ideal para os pacientes oncológicos (pacientes com câncer) em geral é que eles sejam examinados pelo cirurgião dentista (cd) rapidamente, para que o tratamento odontológico, preferencialmente, anteceda o oncológico. Esse tratamento, sobretudo nos casos dos tumores de cabeça e pescoço, pode trazer implicações sérias em termos de saúde bucal.

A dieta, principalmente em pacientes pediátricos, é importante ter orientação sobre alimentos cariogênicos (alimentos com alto índice de açúcar), já que algumas crianças voltam a se alimentar por mamadeiras em função das limitações na deglutição ou até mesmo devido a regressões emocionais.

A complicação mais severa consequente da radioterapia para câncer de cabeça e pescoço é a osteorradionecrose (ORN), uma condição inflamatória resultante da radiação ionizante sobre o osso, não existe padrão de tratamento para a ORN, já que cada paciente deverá ser avaliado, a fim de se estabelecer o tratamento mais adequado.

A presença do cirurgião-dentista na equipe transdisciplinar é de fundamental importância na prevenção das complicações do tratamento oncológico, realizando o exame físico extra e intrabucal, removendo focos de infecções, realizando intervenções odontológicas antes do início do tratamento e no controle dos efeitos colaterais bucais agudos da químio e da radioterapia. É importante também que o profissional tenha conhecimento do protocolo de tratamento que será utilizado pela equipe médica, a fim de avaliar o risco de alterações na cavidade bucal e as condutas propostas para o atendimento odontológico, já que ele será individualizado.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 24/05/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

SENSIBILIDADE DENTAL.

O que é a sensibilidade dentária? As pessoas que sofrem de sensibilidade dentária evitam realizar atividades diárias como ingerir alimentos ou bebidas quentes ou frias, bem como escovar seus dentes. Estas simples atividades fazem com que as pessoas que sofrem de sensibilidade vivam em constante temor à dor crónica. A sensibilidade acontece quando a dentina, um tecido poroso do dente, fica exposta. A dentina tem canais microscópicos, chamados de túbulos, que conduzem ao nervo. Quando os túbulos da dentina ficam expostos, devido a recessão do tecido gengival ou a perda do esmalte, os nervos irritam-se com maior facilidade por determinados estímulos que produzem sensibilidade dentária.

Quais são as causas da sensibilidade dentária? Entre alguns dos fatores que podem contribuir a sensibilidade dentárias estão: Escovação muito forte ou uso de uma escova de dentes com cerdas duras; Bruxismo; Tratamentos ou limpezas dentais; Sensibilidade dentária temporária, que pode ocorrer depois de um tratamento de clareamento dental profissional, porém comumente desaparece pouco tempo depois de completar o procedimento. Se apresentar qualquer indicio ou sintoma de sensibilidade dentária, visite a seu dentista imediatamente para uma avaliação adequada.

Como tratar e prevenir a sensibilidade dentária Visite a seu dentista profissional para uma avaliação adequada e encontre os melhores passos para realizar seu tratamento. A seguir apresentamos alguns passos que pode fazer para tratar e prevenir a sensibilidade dentária:

Procedimentos em consultório:

  1. Aplicação de verniz de flúor nas áreas expostas para ajudar a mineralizar o esmalte e a dentina
  2. Aplicação de espuma ou gel de flúor , por meio de moldes bucais, durante 3 a 5 minutos, proporcionando alta concentração de flúor para ajudar as áreas sensíveis
  3. Aplicação de agente fixador (material usado para fixar restaurações) para impermeabilizar a superfície da dentina ajudar os estímulos que causam a sensibilidade

Procedimentos em casa:

  1. Use uma escova com cerdas suaves, para ajudar a prevenir a perda das gengivas.
  2. Escove com um creme dental para dentes sensíveis, que continuará eliminando a placa, para limpar os dentes enquanto oferece alivio à sensibilidade. 3. Escove e use fio dental duas vezes por dia para prevenir a perda das gengivas.
  3. Limpe todas as partes da sua boca, incluindo o espaço entre os dentes e ao longo da linha das gengivas. 5. Evite consumir alimentos e bebidas ácidas.

Quando se tratar de sensibilidade dentária, uma boca mais sadia começa com bons hábitos de escovação.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 10/05/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

DOENÇA PERIODONTAL.

Definição
A doença periodontal é uma doença que afeta desde a gengiva até o osso que envolve e suporta o seu dente. Os três estágios da doença periodontal, que varia do menos ao mais grave, são gengivite, periodontite e periodontite avançada.
Sinais e Sintomas
A doença periodontal nem sempre apresenta dor, por isso é importante estar ciente de qualquer um dos sintomas abaixo: Gengiva que sangra facilmente durante a escovação ou o uso de fio dental; Gengiva inchada, vermelha ou dolorida; Gengiva retraída; Mau hálito persistente ou gosto ruim na boca; Dente amolecido; Próteses parciais que se desajustaram; Pus visível em torno dos dentes e gengiva; Dores agudas ao mastigar os alimentos; Dentes excessivamente sensíveis à temperaturas frias ou quentes. Causas Bactérias da placa bacteriana (biofilme dental), uma película pegajosa e incolor formada sobre os dentes, causam as doenças periodontais. Caso a placa não seja removida, ela pode endurecer e se transformar em tártaro (cálculo dental), que por sua vez facilita o acúmulo de mais placa. A escovação ou o uso do fio dental não remove o tártaro (cálculo dental); apenas um dentista poderá fazê-lo por meio de uma limpeza profissional (raspagem).

Diagnóstico
Caso não seja removida por meio de escovação ou pelo uso diário do fio dental, a placa (biofilme dental) se transforma em tártaro (cálculo dental), que possui uma superfície áspera e retentiva facilitando assim a retenção de mais placa. As bactérias dessas regiões podem infectar a gengiva e dentes, induzindo a perda de osso. Existem três estágios da doença periodontal:
Gengivite – Esse é o primeiro estágio da doença. É a inflamação da gengiva, causada pela placa bacteriana. Você poderá observar vermelhidão ou inchaço da gengiva ou até sangramento durante a escovação ou uso do fio dental. Nesse primeiro estágio, a doença periodontal pode ser revertida desde que o osso e os ligamentos periodontais que seguram o dente no lugar não tenham sido afetados.

Periodontite – Nesse estágio, o osso de apoio e as fibras que seguram os dentes no lugar estão irreversivelmente danificadas. A gengiva começa a formar uma bolsa embaixo da margem gengival, que favorece o crescimento da placa. Um tratamento periodontal adequado e melhoria da higiene bucal normalmente ajudam a evitar mais danos à gengiva, aos tecidos de suporte e ao osso.

Prevenção

Escovação e uso do fio dental adequado ajudam a prevenir a doença periodontal. O uso de cremes dentais e enxaguantes bucais com agentes antibacterianos podem matar as bactérias e diminuir a quantidade de placa em sua boca. Remover a placa bacteriana é a chave para prevenir a doença periodontal e melhorar a saúde bucal.
Tratamento
Uma raspagem supragengival feita pelo seu dentista é a única forma de remover a placa que se calcificou e se transformou em tártaro (cálculo dental).
Caso a doença periodontal esteja em um estágio mais avançado, raspagem e alisamento radicular podem ser realizados para tratar as bolsas periodontais infectadas e a diminuir assim a inflamação da gengiva. O dentista utiliza um dispositivo chamado ultrassom para remover a placa bacteriana, o tártaro (cálculo dental) e restos de alimentos acima e abaixo da margem gengival, ou optar pela raspagem manual, com instrumentos chamados curetas, para tornar as superfícies dos dentes lisas. Se as bolsas periodontais tiverem mais de 5 milímetros de profundidade, ou seja, se você tem periodontite moderada a severa, uma cirurgia periodontal poderá ser realizada por um periodontista a fim de reduzir as bolsas, bem como enxerto ósseo para restaurar o osso perdido.

Condições Relacionadas A doença periodontal também pode estar relacionada á fatores endócrinos gravidez, progesterona, puberdade, estradiol, testosterona, ciclo menstrual, aumento fluido gengival; Doenças gengivais induzidas por drogas (hiperplasia gengival medicamentosa): dilantin (fenitoína, valproato de sódio) anticonvulsivantes, nifedipina, verapamil (agentes bloqueadores dos canais de cálcio ciclosporina) imunossupressores; doenças gengivais associadas a problemas sistêmicos leucemia(leucemia mielóide aguda), neutropenia ciclíca, ulceração oral, resposta inflamatória exagerada à placa, periodontite agressiva

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 24/04/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

BRUXISMO.

Foto: Reprodução

Bruxismo também é conhecido como o rangido e/ou cerramento dos dentes. É uma condição muito comum que afeta aproximadamente de 30 a 40 milhões de crianças e adultos nos Estados Unidos. O bruxismo ocorre quando os dentes entram em contato de maneira forçada, quer esse contato seja silencioso ou produza sons, especialmente durante o sono.

Quais Sinais e Sintomas

Caso você esteja com algum dos seguintes sintomas, você pode estar sofrendo de bruxismo: Contrações rítmicas dos músculos da mandíbula; Ranger os dentes, emitindo um som que pode perturbar o sono da pessoa com quem você compartilha o quarto; Músculos da mandíbula apertados ou doloridos; Estalo ou clique quando você mexe a articulação temporomandibular; Dor por um período prolongado nos músculos da face; Dentes danificados, restaurações dentárias quebradas e gengiva ferida; Dor de cabeça; e Inchaço (ocasional) na mandíbula inferior devido ao apertar dos dentes.

Causas

Alguns especialistas consideram o bruxismo um hábito, enquanto outros atribuem a causa ao estresse psicológico experimentado pelas pessoas no dia-a-dia. O estresse pode ter sua origem em fatores internos e externos. Os fatores internos podem ser os alimentos que você consome, seu nível de preparo físico, sua estabilidade emocional, estado de saúde geral, nível de bem-estar e o número de horas que você dorme todas as noites. Os fatores externos relacionados com o estresse psicológico têm a ver com o ambiente em que você vive, sua interação com as pessoas quando está em casa e a maneira em que você enfrenta os desafios do dia-a-dia.

Danos do bruxismo na boca

Desgaste do esmalte dentário e até mesmo da dentina; Quebra dos dentes e próteses; Sensibilidade dentaria; Dor e mobilidade dos dentes; Dor facial devido à força com que os músculos maxilares são pressionados; Dor de cabeça; Fadiga facial geral; Dor na articulação temporomandibular

Foto: Reprodução

Diagnóstico

As pessoas que rangem os dentes podem não estar cientes disso, já que normalmente ocorre enquanto elas dormem. O bruxismo pode ter complicações diversas sobre a saúde bucal, incluindo o desgaste dos dentes e o desenvolvimento de disfunção da ATM. Caso você ache que tenha bruxismo, converse com seu dentista.

Prevenção

Se o seu bruxismo estiver relacionado ao estresse, terapia e técnicas de relaxamento podem ajudar. Evite também estimulantes, como tabaco e cafeína.

Tratamento

Os portadores de bruxismo devem procurar a ajuda de um dentista/especialista para determinar a causa do problema. O dentista pode recomendar o uso de placas oclusais para evitar a pressão ou o ranger de dentes durante o sono. Além disso, o dentista pode sugerir formas de reduzir o estresse e, portanto, o nível de bruxismo. Você pode também evitar alimentos como chocolate e bebidas que contenham cafeína e álcool. Evite mastigar com muita força e peça a seu dentista ou cirurgião maxilofacial que lhe indique alguns exercícios para relaxar os músculos maxilares durante o dia. Se seu caso dor de um bruxismo for mais severo, o especialista pode recomendar o uso de placa oclusal, assim como prescrever medicamentos para que você relaxe ou durma melhor. Seu dentista pode ajudá-lo a descobrir a causa e como amenizar este problema.


——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 12/04/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

AMALGAMA X RESINA COMPOSTA.

Foto: Reprodução

Amalgama (restauração escura)

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Amálgama de prata é um material restaurador muito utilizado na Odontologia, formado por uma liga de mercúrio, prata e estanho. Estes materiais conferem uma resistência bastante satisfatória. Embora este material seja proibido em alguns países pelo fato de possuir mercúrio em sua composição, não existe comprovação científica que conseguiu relacionar o desenvolvimento de doenças em pacientes que apresentam restaurações de amálgama.

Vantagens: Alta resistência mastigatória, resistência ao desgaste e grande durabilidade. Indicado para pacientes com alto índice de cárie: por apresentar grande resistência e técnica relativamente simples (diminuindo a margem de erro por parte do profissional);

Desvantagens: Ausência de estética e está sujeito a corrosão, provocando pigmentação indesejável no dente; Baixa resistência nas bordas do dente;

 

Resina composta (restauração branca)

Foto: Reprodução

Vantagens: Indicados para pacientes com baixo índice de cárie; Técnica sem necessidade de preparos prévios preservando a estrutura dentária: A resina trabalha com “adesividade”, sem ter a necessidade de desgastar estrutura dental sadia. Estética muito superior ao amálgama (possibilitando seu uso em dentes anteriores).

Desvantagens:
Contraindicadas para pacientes com alto índice de cárie;
Necessidade de evitar alimentos que contenham corantes nos primeiros dias, pela possibilidade de impregnação por parte do material restaurador resinoso. Esta situação ocorre porque determinados poros da resina se fecham no período de 2 a 3 dias pós restauração;
Resistência ao desgaste inferior ao amálgama;
Baixa estabilidade de cor (absorção de corantes);
Durabilidade inferior ao amálgama;
Sensibilidade pós-operatória: isto é, após a realização da restauração. A resina composta pode provocar sensibilidade por até 15 dias, com diminuição gradual do desconforto nos primeiros dias.

Como vimos, cada material tem prós e contras. A escolha pelo material a ser utilizado deve ser discutida com o Cirurgião dentista, sendo este com obrigação de explicar as vantagens e desvantagens do material restaurador proposto, bem como respeitar a opinião do cliente, que também deve ser levada em consideração no plano de tratamento. Não existe material melhor que outro. Existe, sim, o material bem indicado para cada caso. Portanto converse com seu dentista sobre a necessidade, possibilidade e indicação para troca do material de suas restaurações.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 29/03/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

4 ERROS PARA EVITAR NA HIGIENE ORAL.

Escovar os dentes NÃO é tão fácil como parece também, está longe de ser uma tarefa simples e banal. Não é somente colocar a pasta de dente na escova e esfregar a escova nos dentes. É, sim; possível cometer vários erros que podem prejudicar a sua saúde oral! Veja 4 erros que você precisa evitar para ter uma boa higiene oral.

1. Usar muito creme dental: A higienização dos dentes é feita mecânica de escovação e não pela quantidade de creme dental utilizado. Sendo, assim, basta uma pequena quantidade, bem próximo do tamanho de um grão de milho para cumprir a tarefa.

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2. Comprar escovas dentes com cerdas duras ou médias, colocar muita força ou escovas de cerdas irregulares: A ideia de cerdas mais duras realizam uma limpeza dental melhor está, extremamente, errada. O ideal ao fazer uma boa escovação é sempre utilizar escovas de dentes com cerdas macias. Pois, assim, evita o desgaste do esmalte e lesões na gengiva.

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3. Não trocar a escova de dentes a cada três meses: O ideal é trocar a escova de dentes a cada três meses. Com o uso constantes, as cerdas vão perdem a capacidade de limpeza e fazem com que a pessoa aplique ainda mais força sobre a escova para tentar compensar. A recomendação é que as escovas
sejam trocadas sempre que as cerdas se desalinhem, o que acontece mais ou menos a cada três meses.

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4. Confiar somente nos enxaguantes bucais: Os enxaguantes bucais são excelentes Coadjuvante para complementar a escovação. Mas, não podem substituí-la! Então, pergunte ao seu dentista qual o tipo mais indicado para o seu caso e como utilizar corretamente para obter o resultado esperado.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 20/03/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

SEMANA DA MULHER: ATENDIMENTO ODONTOLÓGICO EM MULHERES NA GRAVIDEZ.

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A gestação é um estado único e valioso no ciclo de vida da mulher. É nesse contexto que a mulher se encontra mais susceptível e sensível para receber informações que possam levar melhorias à sua vida e de seu bebê. As gestantes são consideradas pacientes especiais por ser um grupo de risco para doenças bucais e também pelo fato de apresentarem alterações físicas, biológicas e hormonais que acabam por criar condições adversas no meio bucal. As principais alterações bucais atribuídas à gravidez incluem: aumento da salivação, náuseas e alterações sobre a gengiva. Essas alterações associadas a modificações dos hábitos de vida podem levar ao aparecimento ou agravar doenças da cavidade oral como cárie, gengivite dentre outras. O período ideal e mais seguro para o tratamento odontológico é durante o segundo trimestre da gestação. No entanto, os casos que necessitam tratamento de urgência devem ser solucionados sempre, independentemente do período gestacional. Dúvidas sobre a possibilidade de atenção odontológica durante o período gestacional podem estar relacionadas à insegurança quanto à indicação dessa prática e também à baixa percepção de necessidade, entre as quais a falta de interesse, o comodismo, o esquecimento ao fato de não gostar de dentista ou nem pensar em ir ao dentista durante a gravidez. O receio por parte dos cirurgiões-dentistas em atender pacientes grávidas, muitas vezes, se sobrepõe às necessidades de tratamento, prejudicando-as. O adiamento do atendimento até o nascimento do bebê, ao invés de sanar o problema odontológico ao ser diagnosticado, pode ocasionar um dano maior em função do desenvolvimento da doença. A paciente grávida apresenta situações especiais de tratamento para o cirurgião-dentista. O profissional não só é responsável pelo atendimento eficaz e seguro à gestante, mas também deve preocupar-se com a segurança do bebê, de modo que profissional e paciente sintam-se tranquilos com qualquer tratamento proposto. O atendimento odontológico em gestantes é um assunto bastante controverso, principalmente em função dos mitos que são baseados em crenças antigas sem fundamentação científica, tanto por parte da gestante quanto por parte dos cirurgiões-dentistas que não se sentem seguros ao atendê-las. Vamos desvendar alguns mitos a vocês gestantes:

 “A perda de um dente é uma ocorrência natural da gestação, já que nesta fase os dentes estragam com mais facilidade…”, A verdade é que a gravidez não é responsável pela perda de elementos dentários. Na maioria dessas ocorrências, o fator determinante está relacionado com a higiene bucal inadequada e hábitos alimentares prejudiciais.
 “Na gravidez há um aumento na incidência de cáries e há necessidade de cuidados especiais.” A literatura mostra que a incidência de cáries em mulheres grávidas é a mesma que em mulheres não grávidas e o cuidados são os mesmos: escovação, uso do fio dental, visitas ao dentista, limpeza profissional e aplicações de flúor.
 “A mulher perde cálcio dos dentes para formar as estruturas mineralizadas do bebê.” A gravidez não é responsável pela perda de minerais dos dentes da mãe para formar as estruturas calcificadas do bebê. Já está comprovado que os dentes não participam do metabolismo sistêmico do cálcio. O cálcio provém da sua alimentação e, quando esta for inadequada, virá de estruturas nos seus ossos.
 “Na gravidez, o tratamento odontológico pode ser prejudicial à mãe e ao bebê.” Os riscos durante o tratamento odontológico são menores que os riscos que os problemas bucais podem causar à mãe e ao bebê. Antes de tudo, a gestante precisa ter saúde. O nível de saúde da mãe tem relação com a saúde bucal das crianças.
 “Na gravidez o exame radiográfico pode prejudicar o bebê.” Estudos têm mostrado que respeitando-se o uso do avental e colar de chumbo, a quantidade de radiação nas gônadas e no concepto é tão insignificante que não permite qualquer tipo de mensuração. Portanto, se realmente necessário, o raio X pode ser realizado, preferencialmente no 2º e 3 º trimestre de gestação.
 “No tratamento odontológico da gestante não se deve utilizar anestésico local com vasoconstritor.” É seguro realizar procedimentos odontológicos sob anestesia local em gestantes. Quanto ao uso do vasoconstritor ele pode ser indicado, a menos que a gestante apresente alguma contraindicação individual. Dentro do protocolo podemos citar a lidocaína/mepivacaína com noradrenalina/epinefrina. Portanto o que é possível se fazer para garantir uma gravidez saudável? O melhor conselho que se pode dar a uma mulher que está pensando em engravidar é ir ao dentista e resolver todos os problemas bucais, antes de ficar grávida. Durante a gestação, seus dentes e gengivas precisam de cuidados especiais. Uma higiene bucal adequada, o uso diário do fio dental, uma alimentação equilibrada e visitas periódicas ao dentista são medidas que ajudam a reduzir os problemas dentários que acompanham a gestação.

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 17/03/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

TRATAMENTO ODONTOLÓGICO EM PACIENTES COM CÂNCER.

A incidência dos mais diversos tipos de câncer tem aumentando assustadoramente nos últimos anos no Brasil e no mundo. Isso certamente se deve a piora significativa na qualidade de vida das pessoas, no que diz respeito a estresse, alimentação, fumo, álcool e etc. Felizmente, porém muitos tipos de câncer outrora incuráveis hoje são tratáveis através de cirurgia, radio e/ou quimioterapia.

Os cuidados relacionados com a saúde bucal são de grande importância nos períodos antes, durante e pós o tratamento oncológico. O ideal para os pacientes oncológicos (pacientes com câncer) em geral é que eles sejam examinados pelo cirurgião dentista (cd) rapidamente, para que o tratamento odontológico, preferencialmente, anteceda o oncológico. Esse tratamento, sobretudo nos casos dos tumores de cabeça e pescoço, pode trazer implicações sérias em termos de saúde bucal.

A dieta, principalmente em pacientes pediátricos, é importante ter orientação sobre alimentos cariogênicos (alimentos com alto índice de açúcar), já que algumas crianças voltam a se alimentar por mamadeiras em função das limitações na deglutição ou até mesmo devido a regressões emocionais.

A complicação mais severa consequente da radioterapia para câncer de cabeça e pescoço é a osteorradionecrose (ORN), uma condição inflamatória resultante da radiação ionizante sobre o osso, não existe padrão de tratamento para a ORN, já que cada paciente deverá ser avaliado, a fim de se estabelecer o tratamento mais adequado.

A presença do cirurgião-dentista na equipe transdisciplinar é de fundamental importância na prevenção das complicações do tratamento oncológico, realizando o exame físico extra e intrabucal, removendo focos de infecções, realizando intervenções odontológicas antes do início do tratamento e no controle dos efeitos colaterais bucais agudos da químio e da radioterapia. É importante também que o profissional tenha conhecimento do protocolo de tratamento que será utilizado pela equipe médica, a fim de avaliar o risco de alterações na cavidade bucal e as condutas propostas para o atendimento odontológico, já que ele será individualizado.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 22/02/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

CARNAVAL E AS DOENÇAS BUCAIS.

Foto: Reprodução/www.jornaldosite.com.br

O mês de fevereiro, geralmente, reserva uma das épocas mais aguardados do ano, o Carnaval. Além de um belo feriado prolongado, a Folia de Momo é marcada por muitas festas, blocos carnavalescos e, claro, azaração. Mas é aí que se esconde um grande perigo! Neste período do ano, aumentam consideravelmente o surgimento de doenças bucais. Por ser o “lar” de uma quantidade enorme de vírus, bactérias e fungos, a boca potencializa, através do beijo e da troca de saliva, a transmissão de algumas doenças e infecções. Como é impossível detectar essas doenças bucais antecipadamente – muitas vezes, elas nem se manifestam –, não orientamos evitar o beijo, apenas tomar cuidado caso note algumas alterações em seu corpo.

1. Mononucleose Também conhecida como “a doença do beijo”, a mononucleose infecciosa é uma das principais doenças contraídas pela troca de saliva. Da mesma família da herpes, o vírus Epstein-Barr, inicialmente, confunde seu hospedeiro por apresentar sintomas semelhantes a de gripes e resfriados, como dor de garganta, tosse, gânglios inchados, manchas na pele e febre alta.

2. Herpes Provocada pelo vírus HSV, a herpes simples (do tipo 1 ou oral) é transmitida pela saliva e surge em forma de pequenas lesões ou bolhas doloridas no canto da boca e nas mucosas. Assim como a mononucleose, muitas pessoas são portadoras desse vírus e sequer sabem que podem transmiti-lo para outras. Não há uma cura definitiva para exterminar esse vírus do organismo, somente tratamento com antibióticos e antivirais para combater e amenizar seu aparecimento, que pode durar de 7 a 15 dias.

3. Sapinho Conhecida popularmente como sapinho e comum nos bebês, a candidíase oral também é doença de gente grande! A saliva infectada com fungos aliada a uma baixa imunidade pode provocar o surgimento de placas com espinhas esbranquiçadas na parte interna da bochecha e na língua. Para evitar a contaminação, escove sempre bem os dentes e faça bochechos após a farra para eliminar os fungos.

4. Caxumba O vírus causador da caxumba, o paramyxovirus, se dissemina por meio do contato com secreções da pessoa infectada. E a saliva é uma delas! Essa doença pode demorar até um mês para se manifestar, causando inchaços nos gânglios do pescoço, abaixo da orelha. Em caso de suspeita, procure seu médico, pois se não tratada corretamente, ela pode se agravar.

5. Gripes e resfriados Os vírus causadores tanto da gripe como dos resfriados também passam de uma pessoa para outra por meio do contato com fluídos corporais, sobretudo pela saliva. Os sintomas mais comuns dessas doenças são dores pelo corpo, febre, fadiga, mal-estar, tosse e coriza.

A melhor maneira para se manter imune a essas doenças são fazer uma higiene perfeita da boca neste período, alimentar-se corretamente, consumir bastante água, descansar bem e, se necessário, tomar suplementos de vitaminas para elevar a resistência de seu organismo. Outras doenças como catapora, hepatite A e meningite, apesar de mais raras, também podem ser transmitidas através do beijo. Por isso, bastante cuidado neste Carnaval para que os vírus, fungos e bactérias causadores dessas doenças bucais não acabem com a sua festa!

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 11/02/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

CÂNCER DE BOCA.

Foto: Reprodução

O que é o câncer de boca?
É um tipo de tumor maligno que acomete: – lábios; – gengiva; – bochechas; – céu da boca (palato); – língua (principalmente as bordas); – assoalho da boca (região embaixo da língua).

Quais os principais sinais de alerta para o câncer de boca?
-Feridas nos lábios e na boca que não cicatrizam por mais de 15 dias; – manchas ou placas vermelhas ou esbranquiçadas na boca; – sangramentos sem causa conhecida em qualquer região da boca. (Esses sinais podem não se confirmar como câncer de boca, mas precisam ser investigados por um profissional de saúde.)

Além desses, existem outros sinais ou sintomas?
Sim. Pode haver nódulos (caroços) no pescoço e rouquidão persistente. Em fases mais avançadas da doença, a pessoa pode apresentar dificuldade para falar, mastigar ou engolir.

O que pode levar a pessoa a ter câncer de boca?
O fumo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas são os principais fatores de risco. Quanto maior o número de cigarros e de doses de bebidas alcoólicas ingeridas, maiores são as chances de ter a doença. Além disso, a exposição ao sol sem proteção é um fator de risco para o desenvolvimento de câncer de lábio.

Existem outros fatores de risco?
Sim, o vírus HPV (Papiloma Vírus Humano), quando transmitido por sexo oral, está associado a casos de câncer na cavidade oral. A alimentação pobre em frutas, legumes e verduras pode também estar relacionada à ocorrência desse câncer.

Como descobrir o câncer de boca?
Por meio do exame clínico da boca, realizado por dentista ou médico, em qualquer unidade de saúde. O exame clínico da boca é um procedimento simples de observação que não requer instrumentos especiais, podendo ser feito nas consultas odontológicas ou médicas. Com esse exame é possível visualizar lesões suspeitas e diagnosticar o câncer de boca no início

O que fazer para diminuir o risco do câncer de boca?
– Não fumar; – evitar o consumo de bebidas alcoólicas; – ter uma alimentação rica em frutas, verduras e legumes; – usar preservativo (camisinha), inclusive durante a prática do sexo oral. (O cuidado com a higiene oral ajuda a manter o corpo saudável.)

O câncer de boca tem cura?
Sim, principalmente se diagnosticado e tratado nas fases iniciais.

 

——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 04/02/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

CARIES NA PRIMEIRA INFÂNCIA.

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Pesquisas demonstraram que a prevalência de cárie na primeira infância é extremamente alta, pelo fato de que nesse período ocorre uma alta frequência do consumo de açúcar, associada à ausência ou deficiência na higiene bucal.

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Estas observações, dentre outras, têm levado pesquisadores a indicar o atendimento odontológico a crianças e bebês o mais precocemente possível. A primeira infância tem sido apontada como o período ideal para introduzir bons hábitos e adotar padrões de comportamento que possam permanecer profundamente fixados. O atendimento ao bebê e, consequentemente, a educação e motivação dos pais em relação à saúde bucal são as formas mais práticas, simples, eficazes e de baixo custo para se prevenir a doença carie. Estudos relatam que quanto mais cedo a criança receber assistência, menos possibilidades terá de desenvolver lesões de cárie.

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É de suma importância fazer visitas frequentes ao dentista desde cedo, pois assim terão maior contato com a situação odontológica, familiarizando-se com o ambiente e com o profissional, tendo oportunidades de adquirir hábitos mais saudáveis, evitando possíveis traumas, por ter que fazer um procedimento mais invasivo.

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O aparecimento da cárie em crianças de baixa idade está diretamente relacionado à negligência materna. De fato, a maior parte das mães ainda é carente de informações a respeito destes problemas. Muitas desconhecem as causas que levam ao comprometimento dos elementos dentários dos seus filhos na primeira infância, os hábitos de higiene que devem ser introduzidos desde cedo, a importância de o bebê receber assistência odontológica antes do primeiro ano de vida, e que o fator dieta nesta idade também está diretamente relacionado com a cárie. Há algumas que até têm a informação, porém negligenciam nos cuidados, não pondo em prática o conhecimento adquirido. Sabe-se que a criança adotará costumes semelhantes aos das pessoas com quem convive, por isso é importante que o adulto dê o exemplo.

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——————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————————–Dia 12/01/17

IARA AREBALO – MASTER CLÍNICA

APARELHO AUTOLIGADO: ENTENDA-O.

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No aparelho ortodôntico convencional, o fio metálico (arco ortodôntico) é preso aos braquetes por pequenas borrachinhas (ligaduras elásticas). Já no aparelho ortodôntico autoligado o fio é passado por uma canaleta e preso por pequenas tampinhas que já fazem parte de cada braquete, dispensando o uso de borrachinhas.

O aparelho autoligado é mais Higiênico

A vantagem nesse método é que a ausência de borrachinhas facilita a higienização bucal e o paciente não corre o risco de perder algumas delas durante o tratamento e acabar soltando parte do fio. A inexistência de borrachinhas também ajuda a evitar o acúmulo de resíduos alimentares, placa bacteriana e cáries.

Tratamento mais rápido com aparelho autoligado

Existem estudos que comprovam que o tratamento ortodôntico com o sistema aparelho autoligado pode ser mais rápido (até 7 meses mais rápido em relação ao aparelho ortodôntico convencional). Essa vantagem se deve ao menor atrito entre braquetes e fio, o que faz com que a movimentação dentária seja mais rápida.

O aparelho autoligado é mais Confortável

Para o paciente, a maior liberdade na movimentação dos dentes com aparelhos ortodônticos autoligados significa conforto e menos episódios de dor durante o tratamento, porque o aparelho autoligado exerce força mais leve e gradativa do que com aparelhos ortodônticos convencionais.

Esse modelo de aparelho também exige menos a necessidade de extrações dentárias para ser instalado.

Indicações dos aparelhos autoligados

O aparelho ortodôntico autoligado, tanto quanto o modelo convencional, podem ser indicado para diversos problemas ortodônticos. Mas ele tem uma ligeira vantagem em tratamentos que necessitem de expansão de arcada (abertura do sorriso). Não há restrição de idade para uso desta técnica.

A Master Clinica possui equipe especializada em Ortodontia. Agende uma consulta e saiba se o seu caso pode ser beneficiado com essa técnica.

  

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